29/08/2011

Almas irmãs que se querem bem

No silêncio do meu pensamento, imagens várias, música, liberdade e amplidão.
Olhos que brilham no escuro, deslizes, sorrisos, abraço e beliscão.
O pedido mudo de socorro e o arrebatamento de ser compreendido,
esquecimento das horas, compromissos vãos.
Um café à dois, ou à três
e uma taça de vinho
para celebrar
o mistério do contato,
onde não tem regra, nem pecado.
Para além do nosso mundo particular, só não há inocência e perigo.

E na intimidade ainda se abriga o doce desconhecido...


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